O Banco do Brasil é a primeira instituição financeira do mundo a estruturar e publicar diretrizes específicas para Inteligência Artificial Generativa e IA Agêntica. A iniciativa evolui o Guia de Diretrizes e Boas Práticas para IA Ética e Responsável, lançado em 2025, e reforça uma estratégia que combina governança, gestão de riscos, desenvolvimento tecnológico e capacitação de pessoas.
As novas diretrizes estabelecem parâmetros para certificação de modelos, uso seguro de dados, aplicação de mecanismos de proteção, definição de níveis de autonomia, rastreabilidade, governança de agentes e responsabilidade sobre decisões automatizadas. O conjunto também prevê procedimentos formais de avaliação, aprovação e monitoramento ao longo de todo o ciclo de vida das soluções de IA.
Entre os aspectos contemplados estão mecanismos de interrupção de agentes, definição de autonomia faseada com supervisão humana em situações críticas e restrições para utilização de IA generativa em ambientes que envolvam dados sensíveis. O modelo busca garantir que a evolução tecnológica esteja associada a critérios de governança, segurança, transparência e responsabilidade institucional.
Para Marisa Reghini, vice-presidente de negócios digitais e tecnologia do Banco do Brasil, a evolução do modelo de governança reflete a forma como a instituição incorpora a inteligência artificial à sua estratégia de transformação digital. "A inteligência artificial amplia nossa capacidade de gerar valor para clientes, funcionários e negócios. Ao estabelecer diretrizes específicas para IA generativa e IA agêntica, o Banco do Brasil reforça a importância de combinar inovação, gestão de riscos, transparência e responsabilidade em todas as etapas do ciclo de vida das soluções. A tecnologia evolui rapidamente e a governança precisa acompanhar esse movimento, oferecendo segurança para que a inovação avance de forma consistente", avalia.


